Segundo policiais do 10º Batalhão, o lançador apreendido não tem mais utilidade como armamento. O artefato é apenas um dispositivo para lançar uma granada e, depois de usado, é descartado e não pode ser mais recarregado.
"É como um estojo vazio de uma munição qualquer, totalmente inerte. Trata-se, portanto, de um cano de plástico sem nenhuma utilidade e que, durante as investigações, terá sua origem desvendada", diz a nota.
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