O Governador Beto Richa estave hoje em Apucarana, onde participou da solenidade de entrega de dezesseis veículos novos para a Polícia Civil e para o 10º Batalhão da Polícia Militar de Apucarana. O ato aconteceu às 9 horas, em frente ao prédio da prefeitura, no Centro Cívico José de Oliveira Rosa.
O prefeito de Apucarana Beto Preto recepcionou o governador Beto Richa, junto com seus colegas prefeitos de vários municípios da região. Também participaram da solenidade o comandante do 2º comando regional da PM, Coronel César Vinicius Kogut; e o delegadooperacional da 17ª Subdivisão Policial, Ricardo Casanova, além de outras autoridades e lideranças empresariais e comunitárias.
Até este momento estava tudo tranquilo, mas depois durante a solenidade de Richa em Apucarana, o clima esquentou, na manifestação dos trabalhadores do seguimento de bonés e principalmente aqueles que tiveram suas empresas lacradas, que foram da Praça do Redondo até a Prefeitura de Apucarana fazendo manifesto. O fato parou a área central de Apucarana e um princípio de confusão tomou conta do manifesto.
A Polícia teve que intervir na manifestação que continha quase duzentas pessoas. Segundo o Sindicato da categoria cerca de 3 mil pessoas devem ficar desempregadas em Apucarana, com o fechamento das mais de 15 fábricas de bonés. Só que o detalhe é que estas empresas são as fabricantes da pirataria em Apucarana.
Na frente da Prefeitura os manifestantes desceram para falar com o Governador Beto Richa (PSDB) que recebeu somente cinco integrantes do grupo de manifestantes. Richa disse que não sabia da manifestação e nem da operação Jolly Roger do Gaeco em Apucarana.
Depois de ouvir os pedidos dos donos das facções de bonés, Richa atendeu a Imprensa e foi rumo a cidade de Londrina.
Depois de ouvir os pedidos dos donos das facções de bonés, Richa atendeu a Imprensa e foi rumo a cidade de Londrina.
Depois da retirada de Richa, os manifestantes desempregados se dirigiram até o Ministério Público de Apucarana pela Avenida Curitiba, fazendo a manifestação com cartazes e apitaços. Na frente do MP de Apucarana havia reforço policial e a maioria dos Promotores atendeu o grupo de manifestantes.
Na sala dos promotores criminais os proprietários ou representantes das facções lacradas, exigiam a reabertura das fábricas para continuar suas atividades. Foi recomendada pelos Promotores criminais que cuidam do caso em conjunto com o Gaeco, a seguinte determinação: que todas as empresas que foram lacradas, deveram voltar num prazo de cinco dias suas atividades normais, assim que as investigações estiverem adiantas, porém as mesmas poderão somente fabricas bonés ou confecções de suas próprias marcas, as que tiverem somente trabalhos com produtos pirateados, não serão reabertas pela Justiça, informou o promotor criminal Drº Evandro.
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